Final de semana com lançamentos no Cine Casarão

Final de semana com lançamentos no Cine Casarão

Amanhã (1º de junho), chega à tela do Cine Casarão (Casarão de Idéias, rua Barroso, 279, Centro) o novo filme do cineasta francês Arnaud Desplechin, “Os Fantasmas de Ismael”. Hoje, o longa ainda tem uma sessão às 20h30, e ficará em exibição no sábado (2), às 16h e 18h30 e no domingo (3), às 17h. os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia).

“Os Fantasmas de Ismael” conta a história de um cineasta que, após um longo tempo, voltou a amar. Traumatizado devido ao súbito desaparecimento de sua esposa, Carlotta (Marion Cotillard), ocorrido há 21 anos, ele enfim consegue ter um relacionamento duradouro com a astrofísica Sylvia (Charlotte Gainsbourg). Entretanto, a reaparição de Carlotta abala não só o relacionamento, como a própria estabilidade alcançada por Ismael.

O filme tem roteiro de Arnaud Desplechin, Julie Peyr e Léa Mysius. E no elenco os atores Mathieu Amalric, Marion Cotillard, Charlotte Gainsbourg, Louis Garrel, Alba Rohrwacher, Lászlo Szabó e Hippolyte Girardot.

Já na sessão das 18h30, haverá, ainda, a exibição do curta “A Estranha Velha que Enforcava Cachorros”. Ele tem duração de sete minutos, foi inspirado no conto “Pio oficio”, do escritor amazonense Carlos Gomes, e retrata a relação de um homem com uma estranha beata, em uma pequena trama que envolve um imaginário fantástico.

Em cartaz – Durante esse fim de semana, na sexta-feira (1º), às 18h, e no sábado (2), às 20h30, ainda é possível assistir ao filme “Ex-Pajé” que retrata o dia a dia do povo Paiter Suruí, que vive no interior do Amazonas.

O fio condutor da narrativa é o protagonista Perpera, que tinha 20 anos quando seu povo teve o primeiro contato com os brancos no final dos anos 1960. Ele era o pajé – o chefe espiritual, responsável pela oração e comunicação com os espíritos, bem como pelas curas de enfermidades. “Antes as pessoas buscavam o pajé, agora elas tomam aspirina”, diz ele nos primeiros minutos de filme.

No domingo (3), às 19h, será a última sessão do documentário “O Processo”, no longa que acompanhou a crise política que afeta o Brasil desde 2013 sem nenhum tipo de abordagem direta, como entrevistas ou intervenções nos acontecimentos. A diretora Maria Augusta Ramos passou meses no Planalto e no Congresso Nacional captando imagens sobre votações e discussões que culminaram com a destituição da presidenta Dilma Rousseff do cargo.

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